Portugal e Espanha apresentaram, em Lisboa, o logótipo da candidatura conjunta aos Mundiais 2018 e 2022. Esta imagem representa a vontade de organizar o Campeonato do Mundo por parte de dois países. Esta representação é uma espécie de fusão das bandeiras dos dois países. Mas muitas opiniões têm surgido acerca deste logótipo. Muitos são os que defendem que até uma criança de 5 anos conseguiria desenhar isto. Mas será? A maioria das pessoas apoia a ideia mas defende que a execução gráfica e design não são os melhores.

Pois para ser sincera, à primeira vista isto nem parece nada de especial, mas depois olhando com atenção, até me parece um bom logótipo. É diferente. Ao contrário do que muitos defendem (que deveriam ter feito algo relacionado com a história dos países), eu acho que o que importa é o presente e o futuro. Afinal de contas estamos a falar de um desporto e de uma candidatura que pode ficar para a história. A candidatura já é história, por isso para quê falar do passado? A verdade é que o essencial está representado neste logótipo: dois países com a mesma vontade e interesse por futebol.

Como diz o ditado, não se pode agradar a gregos e troianos, por isso. A verdade é que a maioria das pessoas gosta de criticar, só por criticar. As pessoas gostam de fazer as coisas à sua maneira, o que for diferente ou de outra pessoa, tem sempre defeitos. Já se diz que para estar bem temos de ser nós a fazê-lo.

Só quero dizer uma pequena coisa: isto é apenas um logótipo para a candidatura, se ganharmos o logótipo para o mundial será outro. Antes de criticarmos alguém, devemos pensar se seriamos capazes de aceitar um projecto tão difícil e de aguentar com todas as pessoas que nos iriam criticar. Será que seriamos capazes de fazer melhor? Que seria do amarelo, se gostássemos todos do vermelho?